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Ricardo Motta

Ricardo Motta (98)

SUINOCULTURA EM PONTE NOVA E NO VALE DO RIO PIRANGA: 40 ANOS

                       “O surgimento de uma alternativa empresarial e econômica para suprir a queda da canavicultura na região do Vale do Rio Piranga foi alavancada pela suinocultura. Nestes 40 anos, surgiram os pioneiros com tecnologias de época, mas avançando com o passar dos tempos. Em pleno século XXI, os ganhos reais para a economia, geração de emprego e renda são evidentes, além de se reutilizar o que poderia ser prejudicial para o meio ambiente.

                    Neste caso, as tecnologias de ponta contribuem para a melhoria do ambiente das granjas. O associativismo via Assuvap (Associação dos Suinocultores do Vale do Piranga) e Coosuiponte (Cooperativa dos suinocultores de Ponte Nova e Região) comprovam o acerto da união. As entidades impulsionaram, através de diversas palestras e cursos de capacitação, o implemento na suinocultura de técnicas inovadoras, tanto de manejo quanto de preservação do meio em que vivemos.

                  Hoje, as granjas operam em conformidade com os órgãos de regularização e fiscalização ambiental. E a expectativa é que o avanço permaneça em rápida ascensão. Mas, para alcançar este patamar, muito suor foi exaurido pelos produtores, tanto pela atual geração quanto por seus pioneiros.

                                 A criação de porcos passou a ser Suinocultura Industrial. Era necessário agora criar uma associação que fosse abrangente. No dia 29 de julho de 1985 fora assinada a ata de fundação da Associação dos Suinocultores do Vale do Piranga (Assuvap). A entidade liderou um processo de evolução que, em pouco tempo, tornou o Vale do Piranga o polo mais avançado em suinocultura independente do estado. Essa rápida tecnificação da atividade veio trazendo o progresso. (Em números atuais, as granjas associadas somam 85 mil matrizes, e o setor gera cerca de 05 (cinco) mil empregos diretos e 25 mil em cadeia).

              Junto ao crescimento, emergiram também dificuldades ambientais. Com a enorme concentração de suínos, os dejetos se tornaram um problema, e a suinocultura começou a ser alvo dos órgãos de fiscalização. De início, o relacionamento entre suinocultura e meio ambiente parecia complexo. Começou conturbado, e fez parecer inviável.

              Pois foi exatamente o contrário.”

              Este microtexto foi retirado de informações da Asssuvap e será publicado no livro “40 anos da luta ambiental em Ponte Nova e no Vale do Rio Piranga”, autoria de Ricardo Motta e Alfredo Padovani.  Lançamento em breve. Aguarde!

 

                 

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SUINOCULTURA EM PONTE NOVA E NO VALE DO RIO PIRANGA: 40 ANOS

                       “O surgimento de uma alternativa empresarial e econômica para suprir a queda da canavicultura na região do Vale do Rio Piranga foi alavancada pela suinocultura. Nestes 40 anos, surgiram os pioneiros com tecnologias de época, mas avançando com o passar dos tempos. Em pleno século XXI, os ganhos reais para a economia, geração de emprego e renda são evidentes, além de se reutilizar o que poderia ser prejudicial para o meio ambiente.

                    Neste caso, as tecnologias de ponta contribuem para a melhoria do ambiente das granjas. O associativismo via Assuvap (Associação dos Suinocultores do Vale do Piranga) e Coosuiponte (Cooperativa dos suinocultores de Ponte Nova e Região) comprovam o acerto da união. As entidades impulsionaram, através de diversas palestras e cursos de capacitação, o implemento na suinocultura de técnicas inovadoras, tanto de manejo quanto de preservação do meio em que vivemos.

                  Hoje, as granjas operam em conformidade com os órgãos de regularização e fiscalização ambiental. E a expectativa é que o avanço permaneça em rápida ascensão. Mas, para alcançar este patamar, muito suor foi exaurido pelos produtores, tanto pela atual geração quanto por seus pioneiros.

                                 A criação de porcos passou a ser Suinocultura Industrial. Era necessário agora criar uma associação que fosse abrangente. No dia 29 de julho de 1985 fora assinada a ata de fundação da Associação dos Suinocultores do Vale do Piranga (Assuvap). A entidade liderou um processo de evolução que, em pouco tempo, tornou o Vale do Piranga o polo mais avançado em suinocultura independente do estado. Essa rápida tecnificação da atividade veio trazendo o progresso. (Em números atuais, as granjas associadas somam 85 mil matrizes, e o setor gera cerca de 05 (cinco) mil empregos diretos e 25 mil em cadeia).

              Junto ao crescimento, emergiram também dificuldades ambientais. Com a enorme concentração de suínos, os dejetos se tornaram um problema, e a suinocultura começou a ser alvo dos órgãos de fiscalização. De início, o relacionamento entre suinocultura e meio ambiente parecia complexo. Começou conturbado, e fez parecer inviável.

              Pois foi exatamente o contrário.”

              Este microtexto foi retirado de informações da Asssuvap e será publicado no livro “40 anos da luta ambiental em Ponte Nova e no Vale do Rio Piranga”, autoria de Ricardo Motta e Alfredo Padovani.  Lançamento em breve. Aguarde!

 

                 

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SUINOCULTURA EM PONTE NOVA E NO VALE DO RIO PIRANGA: 40 ANOS

                       “O surgimento de uma alternativa empresarial e econômica para suprir a queda da canavicultura na região do Vale do Rio Piranga foi alavancada pela suinocultura. Nestes 40 anos, surgiram os pioneiros com tecnologias de época, mas avançando com o passar dos tempos. Em pleno século XXI, os ganhos reais para a economia, geração de emprego e renda são evidentes, além de se reutilizar o que poderia ser prejudicial para o meio ambiente.

                    Neste caso, as tecnologias de ponta contribuem para a melhoria do ambiente das granjas. O associativismo via Assuvap (Associação dos Suinocultores do Vale do Piranga) e Coosuiponte (Cooperativa dos suinocultores de Ponte Nova e Região) comprovam o acerto da união. As entidades impulsionaram, através de diversas palestras e cursos de capacitação, o implemento na suinocultura de técnicas inovadoras, tanto de manejo quanto de preservação do meio em que vivemos.

                  Hoje, as granjas operam em conformidade com os órgãos de regularização e fiscalização ambiental. E a expectativa é que o avanço permaneça em rápida ascensão. Mas, para alcançar este patamar, muito suor foi exaurido pelos produtores, tanto pela atual geração quanto por seus pioneiros.

                                 A criação de porcos passou a ser Suinocultura Industrial. Era necessário agora criar uma associação que fosse abrangente. No dia 29 de julho de 1985 fora assinada a ata de fundação da Associação dos Suinocultores do Vale do Piranga (Assuvap). A entidade liderou um processo de evolução que, em pouco tempo, tornou o Vale do Piranga o polo mais avançado em suinocultura independente do estado. Essa rápida tecnificação da atividade veio trazendo o progresso. (Em números atuais, as granjas associadas somam 85 mil matrizes, e o setor gera cerca de 05 (cinco) mil empregos diretos e 25 mil em cadeia).

              Junto ao crescimento, emergiram também dificuldades ambientais. Com a enorme concentração de suínos, os dejetos se tornaram um problema, e a suinocultura começou a ser alvo dos órgãos de fiscalização. De início, o relacionamento entre suinocultura e meio ambiente parecia complexo. Começou conturbado, e fez parecer inviável.

              Pois foi exatamente o contrário.”

              Este microtexto foi retirado de informações da Asssuvap e será publicado no livro “40 anos da luta ambiental em Ponte Nova e no Vale do Rio Piranga”, autoria de Ricardo Motta e Alfredo Padovani.  Lançamento em breve. Aguarde!

 

                 

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AVANÇOS EM DEFESA DO MEIO AMBIENTE NOS ÚLTIMOS 40 ANOS

              “Como ambientalista participei da criação do Codema, que foi liderada por Hélcio Totino em 1981. Entrei para participar do Codema, como membro efetivo a partir de 1983, nomeado pelo Prefeito Sette de Barros. Não participei como membro efetivo nos anos de 1981 e 1982, por questões políticas. foram 34 anos de atuação, 16 como presidente do órgão colegiado.

             Na trilha da melhoria da legislação a favor do meio ambiente, o Codema emplacou capítulo especial da LOM/Lei Orgânica Municipal, com apoio do vereador Zezé Bueno, que trabalhando em parceria conosco, propôs a criação da Secretaria Municipal de Agricultura, Abastecimento e Meio Ambiente/SEAMA, hoje Semam, que teve como primeiro ocupante, em 1990, Marcus Messias, auxiliador por Carlota Collaço, que foi alçada à presidência do Codema em 1993.

                 Conseguimos introduzir na LOM um artigo, o 265, que determina a proibição do garimpo no território de Ponte Nova, notadamente para proteger o rio Piranga da devastação das suas margens e leito: “É proibida qualquer atividade poluente nos cursos d’água ou em suas margens, inclusive a prática de garimpo”.

              A legislação continuou avançando, quando em 1996, foi sancionada a Lei Municipal 2.083, de 07 de maio, que transformou o Codema em Deliberativo, Autônomo e Normativo, completando sua independência total e irrestrita, agora profundamente afetada com a promulgação da Lei do Código Municipal de Meio Ambiente, em dezembro de 2016.

            No ano de 2.000, por iniciativa da Curadoria do Meio Ambiente do Ministério Público, sob a coordenação do Promotor de Justiça Dr. Sérgio de Castro Moreira dos Santos e com parceria do Codema e do presidente da Comissão de Meio Ambiente da Câmara Municipal, Heitor Pinto Raimondi, foi criada a Lei Municipal nº 2.471, de 31 de agosto, criando o Fundo Municipal de Meio Ambiente. No mesmo ano, a Lei 2.492, de Óleos e Graxas, obriga oficinas mecânicas, Lava a jato e outras empresas que manipulam óleos e graxas a implantar caixas separadoras de óleos e graxas dos resíduos sólidos, que são encaminhados para aterros licenciados, evitando a contaminação de nossos recursos hídricos.

              Em 2002, o presidente do Codema (Ricardo Motta) envia ofício ao DMAES solicitando recursos para elaboração do Plano Diretor de Esgoto, que veio a ser concluído em 2004. Na verdade, um miniplano diretor que contemplava a construção de interceptores de esgoto e uma miniestação na Central, que trataria os esgotos sanitários de 12.000 pessoas. O projeto foi abortado nos anos seguintes e até hoje só existem discussões estéreis.”

               Extrato de texto que será publicado no livro “40 Anos da Luta Ambiental em Ponte Nova e no Vale do Piranga”, que será lançado em breve. Aguarde!

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AVANÇOS EM DEFESA DO MEIO AMBIENTE NOS ÚLTIMOS 40 ANOS

              “Como ambientalista participei da criação do Codema, que foi liderada por Hélcio Totino em 1981. Entrei para participar do Codema, como membro efetivo a partir de 1983, nomeado pelo Prefeito Sette de Barros. Não participei como membro efetivo nos anos de 1981 e 1982, por questões políticas. foram 34 anos de atuação, 16 como presidente do órgão colegiado.

             Na trilha da melhoria da legislação a favor do meio ambiente, o Codema emplacou capítulo especial da LOM/Lei Orgânica Municipal, com apoio do vereador Zezé Bueno, que trabalhando em parceria conosco, propôs a criação da Secretaria Municipal de Agricultura, Abastecimento e Meio Ambiente/SEAMA, hoje Semam, que teve como primeiro ocupante, em 1990, Marcus Messias, auxiliador por Carlota Collaço, que foi alçada à presidência do Codema em 1993.

                 Conseguimos introduzir na LOM um artigo, o 265, que determina a proibição do garimpo no território de Ponte Nova, notadamente para proteger o rio Piranga da devastação das suas margens e leito: “É proibida qualquer atividade poluente nos cursos d’água ou em suas margens, inclusive a prática de garimpo”.

              A legislação continuou avançando, quando em 1996, foi sancionada a Lei Municipal 2.083, de 07 de maio, que transformou o Codema em Deliberativo, Autônomo e Normativo, completando sua independência total e irrestrita, agora profundamente afetada com a promulgação da Lei do Código Municipal de Meio Ambiente, em dezembro de 2016.

            No ano de 2.000, por iniciativa da Curadoria do Meio Ambiente do Ministério Público, sob a coordenação do Promotor de Justiça Dr. Sérgio de Castro Moreira dos Santos e com parceria do Codema e do presidente da Comissão de Meio Ambiente da Câmara Municipal, Heitor Pinto Raimondi, foi criada a Lei Municipal nº 2.471, de 31 de agosto, criando o Fundo Municipal de Meio Ambiente. No mesmo ano, a Lei 2.492, de Óleos e Graxas, obriga oficinas mecânicas, Lava a jato e outras empresas que manipulam óleos e graxas a implantar caixas separadoras de óleos e graxas dos resíduos sólidos, que são encaminhados para aterros licenciados, evitando a contaminação de nossos recursos hídricos.

              Em 2002, o presidente do Codema (Ricardo Motta) envia ofício ao DMAES solicitando recursos para elaboração do Plano Diretor de Esgoto, que veio a ser concluído em 2004. Na verdade, um miniplano diretor que contemplava a construção de interceptores de esgoto e uma miniestação na Central, que trataria os esgotos sanitários de 12.000 pessoas. O projeto foi abortado nos anos seguintes e até hoje só existem discussões estéreis.”

               Extrato de texto que será publicado no livro “40 Anos da Luta Ambiental em Ponte Nova e no Vale do Piranga”, que será lançado em breve. Aguarde!

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AVANÇOS EM DEFESA DO MEIO AMBIENTE NOS ÚLTIMOS 40 ANOS

              “Como ambientalista participei da criação do Codema, que foi liderada por Hélcio Totino em 1981. Entrei para participar do Codema, como membro efetivo a partir de 1983, nomeado pelo Prefeito Sette de Barros. Não participei como membro efetivo nos anos de 1981 e 1982, por questões políticas. foram 34 anos de atuação, 16 como presidente do órgão colegiado.

             Na trilha da melhoria da legislação a favor do meio ambiente, o Codema emplacou capítulo especial da LOM/Lei Orgânica Municipal, com apoio do vereador Zezé Bueno, que trabalhando em parceria conosco, propôs a criação da Secretaria Municipal de Agricultura, Abastecimento e Meio Ambiente/SEAMA, hoje Semam, que teve como primeiro ocupante, em 1990, Marcus Messias, auxiliador por Carlota Collaço, que foi alçada à presidência do Codema em 1993.

                 Conseguimos introduzir na LOM um artigo, o 265, que determina a proibição do garimpo no território de Ponte Nova, notadamente para proteger o rio Piranga da devastação das suas margens e leito: “É proibida qualquer atividade poluente nos cursos d’água ou em suas margens, inclusive a prática de garimpo”.

              A legislação continuou avançando, quando em 1996, foi sancionada a Lei Municipal 2.083, de 07 de maio, que transformou o Codema em Deliberativo, Autônomo e Normativo, completando sua independência total e irrestrita, agora profundamente afetada com a promulgação da Lei do Código Municipal de Meio Ambiente, em dezembro de 2016.

            No ano de 2.000, por iniciativa da Curadoria do Meio Ambiente do Ministério Público, sob a coordenação do Promotor de Justiça Dr. Sérgio de Castro Moreira dos Santos e com parceria do Codema e do presidente da Comissão de Meio Ambiente da Câmara Municipal, Heitor Pinto Raimondi, foi criada a Lei Municipal nº 2.471, de 31 de agosto, criando o Fundo Municipal de Meio Ambiente. No mesmo ano, a Lei 2.492, de Óleos e Graxas, obriga oficinas mecânicas, Lava a jato e outras empresas que manipulam óleos e graxas a implantar caixas separadoras de óleos e graxas dos resíduos sólidos, que são encaminhados para aterros licenciados, evitando a contaminação de nossos recursos hídricos.

              Em 2002, o presidente do Codema (Ricardo Motta) envia ofício ao DMAES solicitando recursos para elaboração do Plano Diretor de Esgoto, que veio a ser concluído em 2004. Na verdade, um miniplano diretor que contemplava a construção de interceptores de esgoto e uma miniestação na Central, que trataria os esgotos sanitários de 12.000 pessoas. O projeto foi abortado nos anos seguintes e até hoje só existem discussões estéreis.”

               Extrato de texto que será publicado no livro “40 Anos da Luta Ambiental em Ponte Nova e no Vale do Piranga”, que será lançado em breve. Aguarde!

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REVOLUÇÃO RUSSA FAZ 100 ANOS

          A entrada do Império Russo na I Guerra Mundial levou a uma grave crise socioeconômica. Em fevereiro de 1917 o czar Nicolau II abdicou, pondo fim ao czarismo. Em seu lugar assumiu um Governo Provisório, inspirado no modelo liberal europeu (Revolução Branca). Mas esse novo governo não atendeu a principal reivindicação popular: a retirada da Rússia da guerra.

        Poucas semanas depois, Lênin (líder dos bolcheviques) chegou do exílio à Rússia e iniciou uma campanha a favor da saída da Rússia da guerra e da reforma agrária, defendendo uma aliança do partido aos sovietes. Os slogans de seus discursos eram: “Paz, pão e terra” e “Todo poder aos Sovietes!”. Em São Petersburgo, Leon Trotsky (líder do Soviete local) passou a organizar a Guarda Vermelha em apoio à revolução que Lênin propunha.

        Em outubro de 1917, exatamente no dia 17 (na Rússia o calendário marcava 7 de novembro) a Guarda Vermelha, com apoio de operários, camponeses e soldados, depôs o Governo Provisório, aclamando Lênin como líder do primeiro Estado Socialista da História (Revolução Vermelha ou Bolchevique). Há controvérsias. Alguns historiadores registram a data de 25 de outubro, que seria juridicamente constituído o governo Revolucionário tendo à frente Lenin, que na verdade era Vladimir Ilyich Ulyanov Lenin

         Em Ponte Nova, há 30 anos, entrava no ar a Rádio Vale do Piranga, hoje, Líder FM. A emissora pertencia ao Prefeito Sette de Barros. Seu primeiro Diretor Artístico, Ricardo Motta sugeriu ao proprietário para que a emissora fosse colocada no ar, em caráter experimental, exatamente no dia 17 de outubro (1987) para homenagear o movimento, que ideologicamente era socialista e modificou a legislação trabalhista em todo o mundo. A primeira música executada, às 20h30,  foi Hurricane (Furacão), de Bob Dylan.

 

 

 

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REVOLUÇÃO RUSSA FAZ 100 ANOS

          A entrada do Império Russo na I Guerra Mundial levou a uma grave crise socioeconômica. Em fevereiro de 1917 o czar Nicolau II abdicou, pondo fim ao czarismo. Em seu lugar assumiu um Governo Provisório, inspirado no modelo liberal europeu (Revolução Branca). Mas esse novo governo não atendeu a principal reivindicação popular: a retirada da Rússia da guerra.

        Poucas semanas depois, Lênin (líder dos bolcheviques) chegou do exílio à Rússia e iniciou uma campanha a favor da saída da Rússia da guerra e da reforma agrária, defendendo uma aliança do partido aos sovietes. Os slogans de seus discursos eram: “Paz, pão e terra” e “Todo poder aos Sovietes!”. Em São Petersburgo, Leon Trotsky (líder do Soviete local) passou a organizar a Guarda Vermelha em apoio à revolução que Lênin propunha.

        Em outubro de 1917, exatamente no dia 17 (na Rússia o calendário marcava 7 de novembro) a Guarda Vermelha, com apoio de operários, camponeses e soldados, depôs o Governo Provisório, aclamando Lênin como líder do primeiro Estado Socialista da História (Revolução Vermelha ou Bolchevique). Há controvérsias. Alguns historiadores registram a data de 25 de outubro, que seria juridicamente constituído o governo Revolucionário tendo à frente Lenin, que na verdade era Vladimir Ilyich Ulyanov Lenin

         Em Ponte Nova, há 30 anos, entrava no ar a Rádio Vale do Piranga, hoje, Líder FM. A emissora pertencia ao Prefeito Sette de Barros. Seu primeiro Diretor Artístico, Ricardo Motta sugeriu ao proprietário para que a emissora fosse colocada no ar, em caráter experimental, exatamente no dia 17 de outubro (1987) para homenagear o movimento, que ideologicamente era socialista e modificou a legislação trabalhista em todo o mundo. A primeira música executada, às 20h30,  foi Hurricane (Furacão), de Bob Dylan.

 

 

 

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REVOLUÇÃO RUSSA FAZ 100 ANOS

          A entrada do Império Russo na I Guerra Mundial levou a uma grave crise socioeconômica. Em fevereiro de 1917 o czar Nicolau II abdicou, pondo fim ao czarismo. Em seu lugar assumiu um Governo Provisório, inspirado no modelo liberal europeu (Revolução Branca). Mas esse novo governo não atendeu a principal reivindicação popular: a retirada da Rússia da guerra.

        Poucas semanas depois, Lênin (líder dos bolcheviques) chegou do exílio à Rússia e iniciou uma campanha a favor da saída da Rússia da guerra e da reforma agrária, defendendo uma aliança do partido aos sovietes. Os slogans de seus discursos eram: “Paz, pão e terra” e “Todo poder aos Sovietes!”. Em São Petersburgo, Leon Trotsky (líder do Soviete local) passou a organizar a Guarda Vermelha em apoio à revolução que Lênin propunha.

        Em outubro de 1917, exatamente no dia 17 (na Rússia o calendário marcava 7 de novembro) a Guarda Vermelha, com apoio de operários, camponeses e soldados, depôs o Governo Provisório, aclamando Lênin como líder do primeiro Estado Socialista da História (Revolução Vermelha ou Bolchevique). Há controvérsias. Alguns historiadores registram a data de 25 de outubro, que seria juridicamente constituído o governo Revolucionário tendo à frente Lenin, que na verdade era Vladimir Ilyich Ulyanov Lenin

         Em Ponte Nova, há 30 anos, entrava no ar a Rádio Vale do Piranga, hoje, Líder FM. A emissora pertencia ao Prefeito Sette de Barros. Seu primeiro Diretor Artístico, Ricardo Motta sugeriu ao proprietário para que a emissora fosse colocada no ar, em caráter experimental, exatamente no dia 17 de outubro (1987) para homenagear o movimento, que ideologicamente era socialista e modificou a legislação trabalhista em todo o mundo. A primeira música executada, às 20h30,  foi Hurricane (Furacão), de Bob Dylan.

 

 

 

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COLETA SELETIVA: TEORIA E PRÁTICA

                                 Coleta Seletiva: Conceito e Prática

 

                Entre a teoria e a prática nada é definitivo. Vejamos: coleta seletiva é o recolhimento dos resíduos orgânicos e inorgânicos, secos ou úmidos, recicláveis e não recicláveis que são previamente separados na fonte geradora, recolhidos e levados para seu reaproveitamento. A coleta seletiva é uma alternativa para minimizar o impacto da produção maciça de lixo que é jogado na natureza, uma vez que alguns materiais levam muito tempo para se degradar.

 

                O papel leva de três a seis meses, o filtro do cigarro e o chiclete levam cinco anos, a lata de aço de cinco a dez anos, o náilon mais de 30 anos, o plástico e o alumínio centenas de anos, o vidro mais de mil anos e a borracha leva um tempo indeterminado.

 

                 A coleta seletiva obedece a Resolução do CONAMA nº 275 de 25 de abril de 2001, que estabelece o código de cores para os diferentes tipos de resíduos: Azul: papel e papelão; Vermelho: plástico; Verde: vidro; Amarelo: metal; Marrom: resíduos orgânicos; Preto: madeira; Roxo: resíduos radioativos; Laranja: resíduos perigosos; Branco: resíduos ambulatoriais e de serviço de saúde; Cinza: resíduo geral não reciclável ou misturado, ou contaminado não passível de separação.  

               Reciclar é a melhor solução para o lixo, reduzindo a sobrecarga dos depósitos. O reaproveitamento do lixo envolve o princípio dos “3 Rs”: reduzir, reutilizar, reciclar. Reduzir a produção de resíduos, com a adoção de novos hábitos de compra, reutilizar potes, caixas e outros objetos de uso cotidiano, reciclar o lixo descartado após o consumo, transformando-o em matéria prima industrial para nova fabricação.

            Para que seja reciclado, o lixo deve ser descartado de forma seletiva e recolhido pela Prefeitura Municipal ou entregue em locais predefinidos, ou ainda doados a entidades que recebem esse tipo de material.

            Ponte Nova avançou alguns degraus nesta luta para melhorar a qualidade de vida em relação ao lixo. Em 2006, sob a coordenação do Secretário de Meio Ambiente, Edson Leite e do Codema (eu era o presidente) foi conseguida a aplicação de Norma Técnica determinada pela ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para a coleta dos resíduos hospitalares e farmacêuticos. Com isso, as embalagens de remédios, seringas descartáveis e outros, não são mais jogados no Lixão (Cadê o Aterro Sanitário?).

          Outro passo fundamental aconteceu em 2010 com a implantação do ECOPONTO onde são recebidos os pneus inservíveis. Nos dois casos citados, houve a atuação direta do Codema, que baixou DNs (Deliberações Normativas) em atendimento à atuação do Ministério Público. Em 2010, foi adquirido terreno para a implantação do Aterro Sanitário.

                         E agora? Vamos avançar ou ver o tempo passar?

           

 

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