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Audiência pública para debater a ETE é adiada

Em reunião realizada na Câmara Municipal de Ponte Nova, na tarde da última segunda-feira (15), representantes do DMAES (Departamento Municipal de Água, Esgoto e Saneamento), da Prefeitura Municipal, do Legislativo e do Codema (Conselho Municipal de Conservação e Defesa do Meio Ambiente), decidiram adiar a audiência pública sobre a construção da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) na cidade.

Participaram do encontro o diretor-geral DMAES, Rogério Siqueira, o secretário Municipal de Planejamento, Paulo Roberto dos Santos, o presidente e o vice-presidente do Codema, Nelson Gomes e Ricardo Motta, respectivamente, e os vereadores Anderson Azevedo e Joãozinho Carteiro (ambos integrantes da Comissão de Defesa do Meio Ambiente da Câmara). 

A data inicial da audiência – de iniciativa do Codema – era dia 6 de agosto. Contudo, Rogério propôs o adiamento já que ainda não existe garantia da vinda de recurso federal – solicitado junto ao Ministério das Cidades – para a implantação da Estação. “Sem recurso ainda não temos a certeza da construção do empreendimento”, destacou o diretor.

A sugestão de adiar a audiência pública foi apoiada pelos presentes e ficou acertado que a nova data será agendada quando for confirmada, pelo Governo Federal, a liberação da verba. De acordo com Rogério a resposta será divulgada, possivelmente, até o final do mês de agosto.

Outra novidade anunciada pelo diretor-geral do DMAES é a abertura de processo licitatório para contratação de empresa especializada para realizar um novo estudo locacional para a construção da ETE. Enquanto aguarda a liberação de recuso federal, o DMAES pretende realizar o estudo, que apontará a área mais viável para a construção da ETE, até então prevista para terreno localizado às margens da BR 120, próximo à ponte do bairro da Rasa.

“Parte da população questiona se o terreno escolhido é a melhor opção para construção da Estação e, por isto, resolvemos realizar um novo estudo. Até mesmo para comprovar se realmente existem alternativas”, concluiu Rogério.  

 

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