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Bruno sai do “castigo” e volta a trabalhar em fábrica de vassouras

Impedido de trabalhar desde o início de abril, o goleiro Bruno agora faz parte do quadro de detentos que fabricam vassouras com material reciclável dentro do Complexo Penitenciário Nelson Hungria, em Contagem. Conforme a Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds), o trabalho, diário que teve início às 8h30 desta sexta-feira e só encerra às 15h30, vai contribuir para a redução de pena, já que não existe remuneração. A cada três dias trabalhados é um dia a menos na prisão.

A suspensão do direito de trabalhar dentro do presídio ocorreu depois que Bruno se envolveu com uma briga entre os presos. Após o episódio, ele não pôde mais receber visitas, trabalhar ou ter banhos de sol. No entanto, nesta quinta-feira (23), a direção do presídio reavaliou a situação do jogador, que voltou a receber visitas e voltará a estudar.

Informações da Seds indicam que o presídio está analisando em qual turma irá encaixar o goleiro, que terá o horário entre 16 e 18 horas para o estudo. A cada 12 horas de estudo seria um dia a menos na pena, segundo informações da própria secretaria.

Na quinta-feira (23), o goleiro voltou a ser notícia após se machucar dentro da Nelson Hungria. Boatos davam conta que ele teria ingerido
remédios antidepressivo em uma tentativa de suicídio, batendo a cabeça após um desmaio. Mas, o advogado de Bruno, Lúcio Adolfo, desmentiu o caso, que ocorreu no domingo (19).

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