PARCERIA BCR/BARTOFIL, CODEMA E SEMAM: 1 MILHÃO DE SEMENTES
Num fato inédito na história do meio ambiente em Ponte Nova, o viveiro do Passa-Cinco recebeu da BCR/Bartofil mais de 50.000 mil sementes diversas
Num fato inédito na história do meio ambiente em Ponte Nova, o viveiro do Passa-Cinco recebeu da BCR/Bartofil mais de 50.000 mil sementes diversas
Em 2017, o Parque Natural Municipal Tancredo Neves, conhecido popularmente como Passa-Cinco, vai receber em áreas degradadas e na área de recarga de suas
A Cemig já fez levantamentos de campo com a finalidade de trocar a rede de energia elétrica convencional no Centro Histórica por rede protegida.
O pontenovense Eduardo Parentoni Brettas ficou em segundo lugar no Prêmio Jabuti deste ano pela ilustração do livro Terra Papagalli do escritor Luis Fábio Silveira.
Reflorestamento para recuperação de área degradada é a bola da vez neste fim de ano Diversos atos marcarão plantios de mudas de árvores
Na segunda-feira, 07 de novembro de 2016, foi eleita a nova Diretoria Administrativa
Deliberação Normativa CODEMA nº 006, de 21 de outubro de 2016 Dispõe sobre o procedimento de análise e regularização de ocupação consolidada em área
Petrobras confirma: ONG Puro Verde cumpriu 64,5% dos objetivos ambientais e 83,2% da contrapartidas do Projeto Rio Piranga nos anos de 2013, 2014 e 2015 Em documento assinado pelo Gerente Executivo de Responsabilidade Social, Luiz Eduardo Valente Moreira (imagem abaixo), a Petrobras notificou a ONG Puro Verde extrajudicialmente em 16/08/2016 (documento recebido via Correios em 31/08/2016) para informar que não houve o cumprimento integral das obrigações contratuais da ONG Puro Verde com a Petrobras para execução do Projeto Rio Piranga que começou em 05/08/2013 terminando em 05/08/2015. Para o Secretário Geral da ONG Puro Verde, Ricardo Motta, a notificação da Petrobras constatou através de planilhas, relatórios e farta documentação que a ONG Puro Verde cumpriu 64,5% dos objetivos ambientais propostos, incluindo-se aí: plantio de mudas nas matas ciliares dos rios Piranga e Doce; Educação Ambiental para mais de 11.000 (onze mil) pessoas, 12 Dias de Campo, cercamento de 60 nascentes, exposições fotográficas, apresentação da peça teatral “A Mata do Bicho Folhaça” com foco na Água e promoção de 58 palestras em 26 escolas nos municípios de Santa Cruz do Escalvado, Rio Doce, Barra Longa, Ponte Nova e Guaraciaba. Durante 24 meses, o Projeto Rio Piranga publicou 05 (cinco) informativos (jornais) 25.000 (vinte e cinco mil) unidades de 04 páginas tamanho ofício; 10.000 (dez mil) cartilhas com 24 páginas; 10.000 (dez mil) folders; milhares de panfletos com divulgação dos Dias de Campo. Toda a produção foi elaborado por mil, com apoio da equipe técnica. E dezenas de peças publicitárias veiculadas nos jornais e TV Educar. Em todo este material a marca da Petrobras estava inserida, levando informações obre matas ciliares e sobre o uso consciente da água. O Projeto Rio Piranga Rio Piranga, que também atuou nas margens dos rios Doce e Carmo, em diversas localidades rurais, Foram percorridos 82 Km (oitenta e dois mil quilômetros) devidamente registrados nos painéis (odômetros) das caminhonetes Mitsubishi e Saveiro, adquiridas com recursos da Petrobras. Tudo isto foi aferido pelo Gestor do Projeto Rio Piranga que atestou a execução de 83,2% para as contrapartidas de imagem. O Secretário Geral da ONG Puro Verde, Ricardo Motta, disse depois da notificação da Petrobras: “Quando escrevo este texto para informar aos companheiros que estamos sendo processados (Eu e a ONG Puro Verde), sinto-me tranquilo e aliviado quanto à minha conduta e vou provar no Judiciário que agi dentro dos rigores da lei e que não participei de qualquer ato que possa macular minha imagem ou me imputar crime. Acusações/denúncias foram feitas, a Ação Civil está lançada, mas vou “combater o bom combate”.
Passei um fim de semana com um pesadelo me rondando. Sabia, desde a última quarta-feira, dia 24 de agosto, que o Ministério Público entraria com uma Ação Civil de Improbidade Administrativa em face do projeto Rio Pinga e contra minha pessoa. Aguardava ansiosamente o feito para poder me defende e levar à sociedade a minha versão dos fatos. Não preciso aprofundar nas minhas assertivas a respeito do que sou e o que represento na sociedade desde que aqui cheguei. Minha história de vida comprova que os meus atos sempre foram feitos à luz da verdade, da honestidade e da ética. O Projeto Rio Piranga foi um sonho foi acalentado por muitos anos. Teríamos a oportunidade de melhorar a qualidade da água do rio Piranga e seus afluentes. Preparamos um Projeto com todos os cuidados técnicos e o enviamos para ser aprovado na Petrobras. Entre 738 projetos de todo o País conseguimos a aprovação entre os 46 definitivamente selecionados. Com uma equipe composta de 06 (seis) pessoas, sendo 03 (três) técnicos: 01 (uma) Engenheira Agrônoma, 01 (uma) Gestora Ambiental e 01 (Técnico de Meio Ambiente), além de uma formanda em Administração de Empresas, 01 (um) Auditor Ambiental e um Jornalista profissional, com muitos anos de experiência em comunicação social. De forma equivocada, iniciamos o Projeto Rio Piranga sem assinar as carteiras dos empregados. O contrato coma Petrobras previa isto. Mesmo sem os recursos necessários e sem previsão na planilha de custo, que determinava apenas 11% para encargos trabalhistas, corrigí a irregularidade administrativa e assinei as carteiras de todos os trabalhadores em janeiro de 2015, retroativo a 28 de agosto de 2013 (início do Projeto Rio Piranga). A partir de janeiro de 2015, com o afastamento do Senhor Henrique Delvaux da Coordenação Administrativa. assumi integralmente todas ações. Contratei Contador, não fizemos mais retiradas financeiras sem documentos hábeis. Até o pagamento de pessoal era feito com cheque nominal. Com a análise de documentos, a Diretoria Administrativa percebeu uma diferença de cerca de R$ 84.000,00 em cheque emitidos por Henrique Delvaux, muitos depositados em sua conta pessoal. Tendo inclusive um cheque no valor de R$50.000,00 nominal à sua esposa, Marilda. Esta emissão aconteceu exatamente no dia 28 de agosto de 2013, data do depósito da primeira parcela financeira enviada pela Petrobras à ONG Puro Verde. A emissão do cheque foi confirmada por Henrique em correspondência à ONG Puro Verde, através de e-mail em julho de 2015. A ONG Puro Verde tomou providência e entrou com ação judicial contra Henrique Delvaux. Explicando a emissão de cheques: eu confiava em Henrique Delvaux e ele levava 1/2 (meio) talão de cheques assinados para Juiz de Fora, onde morava. Por causa disso, vieram os erros, as demandas ilegais e a perdição orçamentária do Projeto Rio Piranga. A partir daí, houve pressão do Conselho Fiscal para que as coisas andassem dentro das regras definidas pela legislação brasileira. Recentemente, descobrimos mais uma situação descontrolada: uma nota fiscal no valor de R$78.000,00 em nome da empresa Gestão Empresarial Delvaux LTDA, de propriedade de Henrique Delvaux. O Conselho Fiscal e a Diretoria Administrativa definiram que este valor tenha que ser ressarcido aos cofres da ONG Puro Verde, através de mais uma ação judicial. Com estas informações, os Promotores de Justiça Henrique Kleinhappel Andrade e Thiago Fernandes de Carvalho instauraram Inquérito Civil para apurar suposto desvio de recursos advindos do Programa Petrobras Socioambiental. Depois de muitas oitivas foi aberta Ação Civil Pública datada de 25 de agosto deste ano de 2016. Não tive acesso ao teor da Ação Civil Pública, mas confesso, aqui publicamente: admito Crimes contra a Ordem Tributária (pagamento em notas fiscais), que foi corrigido quando assumi integralmente a coordenação administrativa do Projeto Rio Piranga e desvio de recursos oriundos de retiradas indevidas por Henrique Delvaux.
“Viagem” ao Centro Histórico de Ponte Nova: intervenções modernas e criativas interagem com o Patrick Histórico Algo surpreendente vem acontecendo no Centro Histórico de Ponte Nova, tendo como protagonistas alguns seres que “viajam” interpelador, vagando entre o novo e o antigo, entre a modernidade e o “velho”. Não sem uma dosagem de respeito ao meio ambiente, mostrando a sensibilidade dos traços arquiteturas para com os galhos tortos, flores amarelas, folhas secas e sementes de voadoras dos primorosa de cacho. Antes mesmo da transformação do visual que vem somando autoestima e alegria das cores, o Centro Histórico, próximo à Rodoviária Velha e Vila Arenga, este um bairro boémio, de malandros de sapato branco e de gosto variado, como cachaça, mulher e samba, ganhou em 2007 os primeiros pisos interditados (haver), dando origem à Praça Elísio Bartolomeu (Projeto de Lei do vereador Halaor Xavier de Carvalho). Mas, quando se esperava uma sanha avassaladora em busca de mais espaço, as arquitetas e Urbanistas Fininha e Carla buscaram interagir com o Acodem e aderiu ao meio ambiente, respeitando todas as árvores existentes no local. Estas árvores foram plantadas por Miriam Fonseca e Boquinha, entre os trilhos já desativados da Rede Ferroviária Federal. Antes da modernidade, a ação corajosa dava vida ao local que vivia agoniado pela perda do barulho dos trens e o burburinho do Hotel Glória. Tininha e Carla, sempre acompanhadas do Arquiteto e Urbanista Artur Senna Avelar, foram além dos trilhos e do paver e ainda propuseram o plantio de mais 20 árvores para dar sombra ao estacionamento criado em frente ao antigo prédio da Rede. A praça foi inaugurada em 2008, mas as árvores só foram plantadas em 2011, por birra de ex-secretário da gestão de Dr. Taquinho Linhares. Mas, o respeito aos trilhos da Rede foi agenda firme e deliberada do Codema e da SEAMA/Secretaria de Agricultura, Meio Ambiente e Abastecimento, hoje apenas Semam. Em 2002, exatamente no dia 04 de outubro, Dia de São Francisco de Assis, Patrono da Ecologia e Protetor do Animais, foram plantadas diversas espécies de árvores nativas entre os trilhos, respeitando as já existentes plantadas por Waltinho Fumeiro. Este trecho é o único onde os trilhos estão conservados, em frente à Ormel. Nascia ali o Jardim das Goiabeiras, plantado por estudantes da Escola Municipal Otávio Soares, sob a coordenação da Engenheira Florestal Cecília Gomides e do então presidente do Codema, que na ocasião era Ricardo Motta. Alguém havia sugerido arrancar os trilhos, mas não aceitamos. A história teria que ser preservada. Naquela data, 04/10/2002, antes do plantio aconteceu a primeira bênção dos animais no adro da Matriz de São Sebastião. Antes a nave histórica da Matriz foi testemunha da primeira missa missa ecológica realizada em Ponte Nova, com declamação de poesias e declaração de amor ao animais e ao meio ambiente pelo Padre Sabino. Quase que me perco nas entre (linhas), mas o robô da memória me faz lembrar do início da “viagem”. Algo novo resplandece debaixo do sol e ao longo das margens do rio Piranga: o grafite. Incorpora-se gradativamente ao solo de Ponte Nova. Para isto, há que se declinar à ação da SEPLADE/Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Econômico que tem como gestor Paulo Roberto dos Santos, o Paulinho. Mas esta nova onda que vai de leve e sempre, é encarnada pela pela sedução feminina de Mariane Ferreira que empresta sua fala mansa e seus gestos decididos para buscar sempre novos parceiros. Melhor parceiro ela encontrou: Felipe Polesca, um romance cultural e artístico, para o bem da nossa terra. E entram ACIP, Assuvap e etc e tal. E eis, que o Patrimônio Histórico, o primeiro muro atirantado, de mais de meio século, que sustenta a Rua Olegário Maciel e dá vista para o prédio da antiga Casa Glória (dos irmãos Ribeiro) recebe a intervenção do grafite, com imagens antigas de uma Maria Fumaça (olha os trilhos de novo!) casarões antigos. Novo no Antigo, com respeito. Nos tempos atuais, mais intervenções modernizantes no Centro Histórico, parte baixa, ao longo da margem esquerda do rio Piranga, Rodoviária Velha. Paver ao lado do cais de mais de 70 anos. Antes 25 árvores (oitis) foram plantadas em 29 de outubro de 2013, pela ONG Puro Verde, Codema e Semam.
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