Desde o rompimento da barragem de Fundão, no distrito de Bento Rodrigues/Mariana/MG, no início do mês de novembro, que a AMAPI não mediu esforços na busca por soluções rápidas e resolutivas para os municípios afetados, entre eles Mariana, Barra Longa e Rio Doce.
Na tarde desta segunda-feira (21), após reunião com representantes do Complexo Penitenciário, prefeitura de Barra Longa e AMAPI, mais uma parceria foi fechada. A partir de janeiro do próximo ano, aproximadamente 15 presos vão ajudar na limpeza das ruas e casas da cidade de Barra Longa, que foi duramente atingida pelos rejeitos da barragem. A iniciativa, já faz parte da rotina do Complexo que possui parcerias com outras prefeituras e entidades, numa força de ressocialização dos presos.
Estiveram presentes à reunião, o secretário executivo da AMAPI, José Adalberto de Rezende, o diretor de atendimento e ressocialização do Complexo Penitenciário de Ponte Nova, Magnum Antônio Magalhães Souza, o agente de segurança penitenciário, Adalton Ferreira da Silva, o assessor especial da prefeitura de Barra Longa, Sávio Lanna e o prefeito Fernando Carneiro.
Estragos
A cidade de Barra Longa tem 7 mil habitantes. Por conta do rompimento, 95 famílias foram afetadas na Zona Urbana e outras 45 na Zona Rural. Não houve feridos, mas muitas pessoas perderam praticamente tudo o que tinham. O prefeito, Fernando Carneiro, estima que os prejuízos ultrapassam os R$ 12 milhões de reais.
Bens bloqueados
Por meio de decisão liminar da Justiça Federal de Minas, os bens da Vale e da BHP Billiton estão bloqueados desde a última sexta-feira como forma de garantia de ressarcimento às vítimas do desastre. Além disso, a Samarco terá que fazer, em até 30 dias, um depósito de R$ 2 bilhões para custear um plano de recuperação integral dos danos a ser elaborado por suas acionistas. FONTE: SITE JORNAL O TEMPO.
Clarissa Guimarães
Assessora de Comunicação da AMAPI
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