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No OBA, OBA

NO ÔBA, ÔBA

 

O ser humano que falha e/ou comete erros na vida que resultem em prejuízos financeiros a outrem, geralmente tende a colocar a culpa em alguém próximo envolvido diretamente no processo de seu reverso.

Falhas são inerentes ao ser humano, o que é preciso é humildade e muita calma, resignação para reconhecer os próprios erros, assumi-los e transformar agressões gratuitas em pedidos formais de ajuda. Mesmo que algumas portas se fechem, outras se abrirão, para aqueles que sabem o momento de agir com habilidade e humildade e que obviamente não sejam reincidentes em seus erros, pois ai a sociedade é implacável e o termo malandragem vem a tona, como carimbo e com tinta que não se apaga.

A violência encerra o assunto e define o ponto final do embate e quem perde é o que está em débito por suas próprias falhas ou descuidos. Há que se tomar muito cuidado ao imputar a alguém diretamente a culpa por alguma suposta perseguição. A tecnologia hoje nos impõe de forma cruel o bloqueio de tudo que nos fora concedido, independentemente da vontade desse ou daquele amigo, parceiro, ou ex-amigo, antes por bom comportamento, bastando um pequeno deslize que permita que o nome da pessoa seja inserido negativamente em sistemas operantes.

Com esse processo cruel, culpar uma pessoa que você acha que foi o responsável pelo bloqueio de seu nome, é o mesmo que culpar o caixa do Carrefour porque o preço está diferente daquele que você leu na gondola.

Se um de nós, hoje, pra deixar bem claro, vou repetir HOJE, mesmo nunca tendo deixado um cheque voltar por falta de fundos e isso acontecer, o banco emite um sinal amarelo a todos os outros e às empresas que estão ai para negativar o nome, não claramente, mas se houver um pedido de empréstimo, os cuidados serão redobrados para consegui-lo. As informações hoje, giram rapidamente e as negativas creiam, giram com a velocidade muito maior e com uma amplitude crescente, buscando uma leitura completa de tudo que você é e a partir de um descontrole, irão buscar o nome de sua terceira geração, coligar, relacionar e tudo que tenha sido considerado irregular no mundo financeiro, protestos, ocorrências de cheques sem fundos, mesmo que quitados, enfim todo histórico será avaliado o que reduzirá suas chances de credito e de que você tenha de novo o mesmo conceito de antes.

Portanto, ERRAR é humano, mas NÃO ERRAR, é que acumula pontos no implacável mundo dos negócios e das finanças.

Existem pessoas que dão prejuízo com uma razão social jurídica, mesmo que tenha sido por falha, inexperiência, ou vitima de golpistas e que ela não tenha dado prejuízo deliberado e que montam outra empresa, mas não se julgam no dever de pagar aquela divida antiga e insistem na pretensão de recuperar o conceito de credito de forma equivocada e ainda ficam nervosos.

Pra essas pessoas, eu diria, aquele velho refrão: Tá certo, mas vai preso assim mesmo. O recado curto e grosso é pague suas dividas primeiro, depois fique nervoso, pra ter o direito de ficar nervoso.

Mesmo porque, aqui vai uma palavra final: Eu posso ser testemunha ocular de um prejuízo que alguém tenha dado na praça, posso saber de tudo que aconteceu e dizer, olha isso ai eu tenho certeza aconteceu assim, assado, coitado, ele não teve culpa, pois sei o quanto ele é trabalhador, honesto, etc, em muitos casos não vai valer nada, porque o que importa hoje pra um SCI, um Serasa e outros grupos secretos que existem e que você nem sabe quais são os participantes que trocam informações, eles agem rigorosamente em cima de registros, de informações que recebem. Seria muito bom, que alguns pequenos clientes meus, impacientes, nervosos, leiam isso aqui, pra que entendam que do nosso nome, somente nós podemos cuidar e sempre agindo e trabalhando de forma organizada e preventiva.

No oba, oba, ninguém constrói nada, muito menos conceitos.

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