Parece estranho citarmos uma conivência mútua com o mal. Infelizmente esse tema está cada vez mais atuante em nossa sociedade. Talvez seja o medo, a covardia ou até mesmo a falta de posicionamento benevolente que acaba nos induzindo a essa atitude infeliz.
O fato de não praticarmos o mal não exime a nossa culpa de não evitá-lo. Quando isso ocorre nos tornamos tão responsáveis quanto quem os pratica. Essa conivência com o mal nos faz crer que lutamos pelo triunfo no bem, mas sem assumirmos a causa com determinação.
Obviamente dentro do bom senso devemos defender nossos interesses e os interesses do nosso próximo para que tudo flua de forma benéfica. Certamente esse posicionamento a favor do bem coletivo nos propiciará uma sensação de paz e fidelidade ao amor universal. Guerreiros são também todos àqueles que saem para o bom combate. Não tema!


