A situação do ribeirão Vau Açu voltou a ser questionada na Palavra Livre desta semana, pelo vereador Montanha (PMDB). Por meio de fotos, ele comentou sobre a cor esbranquiçada da água que desagua no rio Piranga e suspeita que a mesma seja proveniente da Fábrica de Papel. “Peço ao Executivo, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semam) que faça uma análise e que se for devido à Fábrica de Papel que tome as providências”, disse Montanha.
Além desta situação, há diversas indicações na Câmara feitas pelos vereadores para que seja feita a limpeza e capina no ribeirão Vau Açu. O mesmo está repleto de mato, lixo e entulho e com a pouca água, o mau cheiro é inevitável, o que também contribui para a proliferação de insetos.
Os vereadores Fiota (PEN), Antônio Carlos Pracatá (PSD) confirmaram que o mau cheiro está insuportável, e que o mesmo não deve ser somente de esgoto, sendo, provavelmente, em decorrência da descarga dada pela Fábrica. O vereador Chico Fanica (REDE) disse que um morador da região também possui fotos do ribeirão nesta situação e que lhe pediu providências.
O vereador José Rubens Tavares (PSDB) comentou que, além desta situação, há outra preocupante em uma árvore na Beira Rio, próximo ao canal do ribeirão, que, devido à presença de garças, deixa, além do rio, o ponto de ônibus sujo e com mau cheiro.
O vereador André Pessata (PSC) destacou que as grandes indústrias possuem tanques de decantação, porém o papel lavado provoca mau cheiro. Para ele, é preciso algo que trate o odor da água. “Uma vez que, diminuiu muito a água do ribeirão Vau Açu, a água da Fábrica desce sozinha causando o mau cheiro, principalmente, no momento da descarga”, disse Pessata.
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