Crenças são as regras pelas quais vivemos. São nossos modelos mentais e moldam nosso comportamento. Crenças não são fatos, embora muitas vezes as confundamos com fatos. Temos crenças sobre outros, sobre nós mesmos e sobre nossos relacionamentos, sobre o que é possível e sobre aquilo que somos capazes de fazer.
Sabe aquelas frases feitas, ditados populares, que escutamos e repetimos sem nem refletir?
Do tipo: “Na vida não se pode ter tudo. “
“Quem tudo quer, tudo perde.”
“ É bom demais para ser verade.”
“Homem não presta.” “
“A vida não é fácil.”
Proponho uma reflexão: Quais são os ditados populares que regem sua vida? Faça uma auto análise e você verá que são eles que se restrigem.
São aquelas frases que estão em nosso amigo ou inimigp, o inconsciente.
Temos um investimento pessoal em nossas crenças. “Eu avisei”, é uma frase que traz satisfação, pois significa que nossas crenças se mostraram corretas. Dá- nos confiança de que as coisas realmente funcionam como pensamos.
Algumas coisas não são influenciadas por nossas crenças, por exemplo, a lei da gravidade. Ela existe independentemente de acreditarmos nela ou não. Ás vezes, tratamos nossas crenças como se fossem tão fixas como a gravidade. E não são, podem mudar.
Crenças efetivamente formam nosso mundo social. Agem como profecias auto-realizáveis. São como permissões ou empecilhos para aquilo que podemos fazer. Se você acredita que não é muito simpático, isso fará com que haja de forma desagradável em relação a outros e assim confirme sua crença, mesmo que não queira que seja verdade.
Nossas crenças estão em nosso inconsciente. Que crenças limitantes temos que nos impedem de alcançar o que queremos?
Pergunta que devemos nos fazer ao percebermos que as coisas estão acontecendo como gostaríamos. O processo de auto conhecimento faz com que possamos descobrir essas crenças e ai nos compreender melhor.


