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Defesa de Pizzolato pedirá prisão domiciliar para cliente

Defesa do ex-diretor de marketing do Banco do Brasil (BB), Henrique Pizzolato, vai pedir habeas corpus para que o condenado no processo do mensalão possa responder ao processo de extradição em prisão domiciliar. A informação foi divulgada, nesta quinta-feira (6), pelo advogado, lorenzo Bergami, que defende o mensaleiro.

O pedido de extradição do Supremo Tribunal Federal (STF) passará por análise do Ministério da Justiça que irá formalizar a ação junto à Justiça italiana. A defesa do mensaleiro informou que o cliente rejeita a prisão domiciliar. Caso o peido do advogado de defesa seja aceito, Pizzolato deverá cumprir prisão domiciliar na casa do sobrinho na Itália, onde foi preso.

Relembre o caso

O foragido foi preso nessa quarta-feira (5) na casa de um sobrinho, onde estava escondido, em Maranello, na província de Modena, norte da Itália.

Pizzolato, condenado a 12 anos e 7 meses de prisão por envolvimento no mensalão, era o único dos 25 mensaleiros condenado pelo STF e foragido da Justiça.

Agora o mensaleiro cumpre se encontra em uma penitenciária de Modena. Ele vai aguardar um acordo entre o governo brasileiro e italiano.

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