Em 17 de dezembro, a Câmara de Ponte Nova realizou a 1ª reunião extraordinária do recesso parlamentar que iniciou na última segunda-feira (15). O diretor do Dmaes, Guilherme Tavares, apresentou o Estudo de Alternativas Locacionais, realizado pelo Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental da UFMG, para a instalação da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) de Ponte Nova. Primeiramente, o Estudo foi apresentado em 16/12, em reunião extraordinária, ao Conselho Deliberativo (Condel) da Autarquia.
Sete terrenos foram analisados através de parâmetros preestabelecidos, como distância de adensamentos populacionais, custo das obras e riscos inerentes à desapropriação e chegou-se à conclusão que a área cinco apresenta como vantagens uma localização isolada, em área distante de adensamentos populacionais, com topografia adequada à implantação do sistema integrado, além de proporcionar uma opção locacional com investimentos mais reduzidos em tubulações para condução dos esgotos brutos até a ETE e lançamento dos esgotos tratados no rio Piranga. Os vereadores receberam cópias do Estudo.
O último estudou apontou, por comparação, o terreno cinco fica próximo à granja desativada, denominada Gravatá, cerca de um quilômetro após as últimas casas do bairro Rasa. Os vereadores comentaram os dados da apresentação e sugeriram uma audiência pública para tratar com a população este novo local de construção da ETE e seus impactos.
A Câmara de Ponte Nova aprovou, neste ano, a lei autorizativa nº 3.400/2014 para o financiamento – de cerca de 10 milhões de reais – para a implantação dos interceptores e estações elevatórias de esgoto. O processo está em análise na Caixa Econômica Federal (CEF). Já a estrutura física da ETE será construída com recurso do DMAES.


