O prefeito de Ponte Nova, Guto Malta, participou na tarde de ontem (26), no auditório do prédio do BDMG, em Belo Horizonte, da cerimônia de assinatura do convênio que prevê parceria entre a Fundação Arthur Bernardes, a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), a Associação dos Municípios da Microrregião do Vale do Rio Piranga (Amapi), a Associação dos Municípios da Microrregião da Zona da Mata Norte (AMMAN) e a Universidade Federal de Viçosa (UFV). A proposta deste convênio é fazer um estudo e levantamento das potencialidades econômicas das regiões do Vale do Piranga e norte da Zona da Mata e trabalhar na construção de políticas públicas de valorização da economia dos municípios pertencentes a essas áreas.
Os municípios associados da Amapi e AMMAN – um total de 33 cidades – vão trabalhar juntos neste estudo. O projeto é uma idealização do prefeito de Ponte Nova, Guto Malta, que é também 1º vice-presidente da Amapi. De acordo com Guto, a ideia de traçar esse diagnóstico partiu perante a realidade de “empobrecimento e estagnação econômica dessas regiões”. Segundo Guto, esse diagnóstico possibilitará buscar parcerias com os governos Estadual e Federal a fim de construir uma “rede de alinhamento estratégico em busca do enfrentamento da desigualdade e estagnação econômica”.
Para Guto, o convênio será de grande importância para a luta contra o empobrecimento da nossa região. “O primeiro passo foi dado e com muito diálogo e conversa. Foi a primeira vitória de muitas. Essa união dos municípios é primordial para que possamos executar o trabalho com seriedade e presteza”, falou o prefeito.
Além de Guto, participaram da cerimônia o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Mauro Borges Lemos, a reitora da UFV, Nilda de Fátima Ferreira Soares, os deputados Nilmário Miranda/federal e Paulo Lamac/estadual, ambos com importante participação na viabilização deste convênio através de articulação política, e outras autoridades envolvidas.
Durante a cerimônia, Mauro Borges lembrou que a região abarca um conjunto de municípios de uma mesma origem e que viveu uma prosperidade temporária advinda da cultura do café, para a qual contribuíram condições históricas específicas. Atualmente está à procura de uma vocação econômica que lhe permita progresso que traga soluções para a melhoria das condições de vida da sua população e que reverta a migração e o declínio econômico.
Para o deputado Nilmário Miranda, “o maior problema do país é a desigualdade e, em Minas, ela (a desigualdade) é muito forte, inclusive nesta região (Vale do Piranga e norte da Zona da Mata)”. Segundo o deputado federal, é preciso que haja mobilização “na base” e atuação do Estado para que este problema seja resolvido. O parlamentar elogiou a iniciativa do prefeito Guto e ressaltou que o diagnóstico a ser realizado é o passo inicial para as mudanças, que “ocorrerão a curto, médio e longo prazo”.
Paulo Lamac acrescenta que esse estudo será um “processo científico para compreender o que levou a região a uma decadência econômica”. A partir desse estudo, segundo Lamac, as forças políticas poderão “reverter esse quadro e fazer com que a região volte a ter a prosperidade que já teve um dia”.
A parceria com a UFV existe como suporte ao estudo que será realizado aos mais de 30 municípios, já que alguns deles fazem parte da AMMAM – região de Viçosa. A universidade também vai trabalhar no Plano Estratégico de Desenvolvimento Socioeconômico Territorial, ou seja, a partir deste diagnóstico as cidades saberão aonde e como investir. Já a ABDI irá fornecer os recursos financeiros necessários para execução e elaboração desse plano. A Amapi e a AMMAM vão coordenar a ação do projeto junto à UFV.
Foto:Assinatura de convênio: Guto, Mauro Borges, Nilmário e Lamac
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