Entre o estado islâmico e a paranoia e guineana do ebola, a crise de incompetência do sistema. Já tem gente falando em depressão mundial. O custo para a economia mundial até agora pode ser apenas de US$ 32 bi e o que torna o Brasil vulnerável é que a gente não pode fechar o país.
O Nobel da Paz para a paquistanesa Malala e o indiano Satyarthi chegou na hora certa, merecidíssimo: lugar de criança é na escola. Mas em qual dos círculos do Inferno fica o Oriente Médio?
Trinta milhões de curdos condenados à morte… o maior grupo étnico do mundo sem direito a ter um país, e eles não podem confiar nem nos amigos, muito menos se forem americanos! Virou questão bizantina: entre curdos da Síria e da Turquia não se pode confiar em ninguém! Eles são enganados por todo mundo desde o final da primeira guerra mundial! A grande dificuldade desta guerra contra o terror é que não se pode combater de cima.
Aqui no Brasil, quem levar esta eleição terá quatro anos difíceis pela frente, segundo os analistas de plantão; numa das eleições mais competitivas de todos os tempos vamos aguardando o próximo ‘factóide’ nesta montanha russa. Se os ventos sopraram a favor do presidente Lula, a chuva de escândalos, além da morte de um candidato de terceira via, não nos deixa raciocinar por meios estreitos. Aqui em Minas, o Aécio foi pedir voto para a massa atleticana e deu no que deu! O prazo é curto para tanta investigação e nem todo indeciso acompanha jornal!
A crise da Petrobrás ainda vai chegar ao nosso bolso e ninguém sabe o que Dilma fez com o avião com piloto automático que a presidenta recebeu do Lula, em pleno céu de Brigadeiro; se a ‘privataria’ tucana deixou como legado a batalha contra a inflação e os lulistas deixaram a inclusão social falta saber o que vem depois da tempestade! O enredo mudou mas os personagens em Brasília continuam os mesmos. Bem diferente do que acontece na terra do Evo Morales, sem margem erro. E quem diria que hoje seria mais cômodo falar da Bolívia, hem? O índio entra no terceiro mandato com as bênçãos da macroeconomia.
No país da piada pronta, os aloprados com foto ou sem foto querem ver o dinheiro em cima da mesa dos institutos de pesquisa, enquanto os cafajestes fabricam o próximo escândalo e ainda tem gente querendo saber se é lícito ou não pagar o imposto a César ( Mateus 22, 15-21)!


