Carregando data e hora...

A doce mentira não é pecado

 

A DOCE MENTIRA NÃO É PECADO

Uma parede de tijolos ou um campo florido? – Depende de você, do seu estado de espírito.

Você somente pode oferecer aos outros, aquilo que você tem em sua mente ou no seu coração.

Você tem tido momentos difíceis, sua infância foi dolorida, seus problemas atuais o tornam uma pessoa amargosa?

Veja o que recebi na internet, hoje. O engraçado é que eu não tenho o hábito de ficar buscando esse tipo de coisas no Google e confesso, nem mesmo saberia onde encontrar esse tipo de mensagens que a gente classifica de auto-ajuda. Delírios por delírios portanto, prefiro os desse tipo, mais sadios que são realmente atos de caridade e ajuda ao próximo, dentro dos limites, dentro de um território que conhecemos e dominamos. Nada além do que pode realmente a força que brota dentro de nós.

Mas essa eu recebi da Mônica que trabalha do setor de faturamento da Cia. Itabirito Industrial, uma empresa que já representamos aqui em Goiânia e achei super interessante para o momento que vivemos atualmente onde as pessoas se agridem mutuamente, às vezes, sem um motivo que justifique, ou até mesmo gratuitamente. Os fóruns de discussões muito comuns hoje na internet, através de Blogs ou sites que permitem os “links”, são um palco triste dessa situação onde algumas pessoas parecem se alimentar exclusivamente do ódio e da inveja. Dentro de casa, temos exemplos tristes de filhos impacientes com a surdez dos pais ou com a sua lentidão para perceber o assunto que rola.

Eis o texto na integra, que recebi (autor desconhecido, ou não mencionado)

Dois homens, ambos gravemente doentes, estavam no mesmo quarto de hospital.

Um deles podia sentar-se na sua cama durante uma hora, todas as tardes, para que os fluidos circulassem nos seus pulmões.

A sua cama estava junto da única janela do quarto.

O outro homem tinha de ficar sempre deitado de costas.

Os homens conversavam horas a fio. Falavam das seus amores, famílias, das suas casas, dos seus empregos, dos seus aeromodelos, onde tinham passado as férias…

E todas as tardes, quando o homem da cama perto da janela se sentava, passava o tempo a descrever ao seu companheiro de quarto todas as coisas que conseguia ver do lado de fora da janela.

Esse homem portanto que não tinha acesso à janela,  começou a viver a espera desses períodos de uma hora, em que o seu mundo era alargado e animado por toda a atividade e cor do mundo do lado de fora da janela, descrito com detalhes precisos pelo seu companheiro e amigo de quarto..

A janela dava para um parque com um lindo lago. Patos e cisnes caminhavam na água enquanto as crianças brincavam com os seus barquinhos. Jovens namorados caminhavam de braços dados por entre as flores de todas as cores do arco-íris. Arvores velhas e enormes acariciavam a paisagem e uma tênue vista da silhueta da cidade podia ser vislumbrada no horizonte.

Enquanto o homem da cama perto da janela descrevia isto tudo com extraordinário pormenor, o homem no outro lado do quarto fechava os seus olhos e imaginava as pitorescas cenas com seus filhos e netos correndo por jardins, fazendo compras, saboreando sorvetes por fim sentava-se naquele banco da praça de sua preferência e partir daquele momento nada mais lhe parecia mais importante.

Um dia, o homem perto da janela descreveu um desfile que ia a passar:

Embora o outro homem não conseguisse ouvir a banda, conseguia vê-la e ouvi-la na sua mente, enquanto o outro senhor a retratava através de palavras bastante descritivas.

Dias e semanas passaram. Uma manhã, a enfermeira chegou ao quarto trazendo água para os seus banhos, e encontrou o corpo sem vida, o homem perto da janela tinha falecido calmamente enquanto dormia.

Ela ficou muito triste e chamou os funcionários do hospital para que levassem o corpo.

Logo que lhe pareceu apropriado, o outro homem perguntou se podia ser colocado na cama perto da janela. A enfermeira disse logo que sim e fez a troca.

Depois de se certificar de que o homem estava bem instalado, a enfermeira deixou o quarto.

Lentamente, e cheio de dores, o homem ergueu-se, apoiado no cotovelo, para contemplar o mundo ali fora. Fez um grande esforço e lentamente olhou para o lado de fora da janela que dava, afinal, para uma parede de tijolo!

O homem perguntou à enfermeira o que teria feito com que o seu falecido companheiro de quarto lhe tivesse descrito coisas tão maravilhosas do lado de fora da janela.

A enfermeira respondeu que o homem era cego e nem sequer conseguia ver a parede. Talvez quisesse apenas dar-lhe coragem…

Moral da História:

É uma felicidade tremenda em fazer os outros felizes, apesar dos nossos próprios problemas.

A dor partilhada é metade da tristeza, mas a felicidade, quando partilhada, é dobrada.

Se te queres sentir rico, conta todas as coisas que tens que o dinheiro não pode comprar.

” O dia de hoje é uma dádiva, por isso é que o chamam de presente.”

E o mais irônico é que até com uma doce mentira, você pode acariciar um alma que sofre.

Tenha sempre isso em mente, mas não se tapeie, não desvie de rota os seus sentimentos. Direcione-o sempre que possível ao próximo (humano, seu irmão, aquele que de fato precisa de você) e não se masturbe com futilidades, pensando que está cumprindo sua missão induzida por igrejas ou por vitrines de supermercados que desviam você do verdadeiro sentido da vida.

Compartilhe sempre essa frase: A dor dos outros é a minha dor também e faça tudo que for possível e estiver em seu alcance.

Compartilhe nas redes sociais