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ONG Puro Verde trabalha para resgatar o cultivo da araruta que está em extinção

A Organização Ambiental Puro Verde, através do Projeto Rio Piranga, vem trabalhando para a descoberta de novas espécies, sejam plantas nativas, frutíferas ou cultivare, que não são catalogadas ou mesmo em processo de extinção em nossa região. Nas andanças pela microbacia das cidades de Guaraciaba, Barra Longa, Santa Cruz do Escalvado e Rio Doce foram já fotografadas e catalogadas o café-de-cipó  (que tem sabor do café), maçaranduba (frutífera) e adrago (planta nativa da mata ciliar).

O maior desafio da equipe da ONG Puro Verde é resgatar na região o cultivo da araruta que é uma planta originária das regiões tropicais, há mais de 7.000 anos. Encontra-se em processo de extinção devido ao fato de a indústria alimentícia ter substituído o polvilho de araruta pelo de mandioca ou pela farinha de trigo ou milho, prejudicando, assim o seu cultivo. Considerada como um alimento de fácil digestão, a fécula da araruta é usada no preparo de mingausbolos e biscoitos.

Na tarde da segunda-feira, dia 9 de julho de 2014, a engenheira agrônoma Ana Paula e o ambientalista e Secretário Geral da ONG Puro Verde, Ricardo Motta, plantaram mudas de araruta em local de experimento da horta do Complexo Penitenciário do Passa-Cinco. A horta é local de presos em trabalho de reeducação, com orientação direta do agente penitenciário, Euler Antônio Gomes dos Santos, estudante de Gestão Ambiental da UNIVIÇOSA, além de membro titular do Codema/Conselho Municipal de Conservação e Defesa do Meio Ambiente.

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