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Por acaso …

Por acaso …

 

Por acaso …

É interessante quantas vezes durante o dia falamos “ e ai “por acaso lembrei que tinha isso pra fazer” ou “por acaso estava precisando de fulano e encontrei com ele”  “por acaso resolvi voltar em casa para pegar uma coisa e lembrei de outra” .É bem verdade que estes “acasos” salvam a gente em muitas situações cotidianas. Entrei neste assunto, pois na semana passada, como já me aconteceu algumas vezes, em meu horário de almoço resolvi deixar pronto um delicioso prato mineiro para o jantar, costelinha com quiabo. Até ai tudo bem, nada diferente, preparei o prato que permanecia encorpando no fogão e dando a hora do retorno ao trabalho,  fui ao fogão e possivelmente desliguei o fogo e sai , isto as 15 hr .Retornei a minha casa as 18:20 e minha surpresa foi um cheiro muito forte já na garagem, do que os vizinhos nomearam de “cheiro de porco sapecado”, e no momento que senti o cheiro já pensei :

– É lá em casa!Subi as escadas correndo, e ainda bem que moro no primeiro andar, quando abri a porta realmente era lá em casa , um cheiro muito forte, não desliguei a panela somente abaixei o fogo, a comida já estava em carvão e o fogo ainda ligado. Desliguei a panela que POR ACASO estava tampada o que permitiu que não saísse fumaça por todo o prédio, também POR ACASO deste dia não usei a panela de alumínio que é fina e sim uma de teflon resistente e que não derreteu e não pegou fogo. Então será que devo agradecer ao Acaso por não ter ocorrido nada de pior comigo e com os demais moradores do prédio, já que são doze apartamentos que poderiam ser prejudicados com um possível incêndio. Como Cristã Espírita o meu primeiro pensamento foi agradecer a Deus, pois creio que sua providencia me ajudou nesta situação e em tantas outras em minha vida, como quando tombei a moto e pouco antes de montar nela resolvi vestir a capa de chuva e a bota de borracha, pois começara a pingar chuva que nem continuou , quando a moto tombou comigo e prensou meu pé no chão foi a bota que aparentemente calcei a toa , já que nem havia mais chuva , que me protegeu de corte profundo no pé .

Com a Doutrina Espírita aprendi que o acaso não existe. Uma vez que Deus em sua perfeição nos proporciona através do seu amor um Protetor, ao qual muitas vezes nomeamos de Anjo guardião, e que através de intuições em nosso pensamento, ou influenciando pessoas a nossa volta tenta nos ajudar constantemente, é o que chamamos de Providência Divina agindo sempre ao nosso favor. Deus providenciando, através de suas leis, formas para que sejamos ajudados constantemente em nossa caminhada evolutiva. Tenhamos a certeza, sozinhos não somos nada…

 

Agradeço a Deus por todo bem que tem acontecido em minha vida e todo mau que deixou de acontecer, peço inspiração para continuar tentando ser uma pessoa melhor, afinal este deve ser o nosso propósito não é mesmo?

Que Deus continue tomando conta de cada um de nós e que a partir Que a partir de hoje possamos trocar em nossa vida a expressão “por acaso” pela expressão “por obra de Deus”.

 

Trecho do Evangelho Segundo o Espiritismo capitulo VI Instruções dos espíritos – Advento do Espírito de Verdade

 

“8. Deus consola os humildes e dá força aos aflitos que lha pedem. Seu poder cobre a Terra e, por toda a parte, junto de cada lágrima colocou ele um bálsamo que consola. A abnegação e o devotamento são uma prece continua e encerram um ensinamento profundo. A sabedoria humana reside nessas duas palavras. Possam todos os Espíritos sofredores compreender essa verdade, em vez de clamarem contra suas dores, contra os sofrimentos morais que neste mundo vos cabem em partilha. Tomai, pois, por divisa estas duas palavras: devotamento e abnegação, e sereis fortes, porque elas resumem todos os deveres que a caridade e a humildade vos impõe. O sentimento do dever cumprido vos dará repouso ao espírito e resignação. O coração bate então melhor, a alma se asserena e o corpo se forra aos desfalecimentos, por isso que o corpo tanto menos forte se sente, quanto mais profundamente golpeado é o espírito. – O Espírito de Verdade. (Havre, 1863.).”

 

Abraços Fraternos.

 

Diana Aguiar.

 

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