A procedência da carne consumida pela população de Ponte Nova sempre foi polêmica e a vereadora Valéria Alvarenga (PSDB) levantou novamente a questão durante seu pronunciamento na Palavra Livre da reunião do dia 19 de maio. Valéria mostrou-se preocupada com a qualidade das carnes suína e bovina vendidas em açougues do município e as constantes reclamações e denúncias por parte dos consumidores. “É preciso fiscalizar com seriedade onde os animais são abatidos. Com isso, damos preferências às carnes industrializadas, o que, de certa forma, prejudica o comércio local, por termos dúvidas da procedência do produto”, destacou a vereadora, pedindo uma inspeção mais rigorosa da vigilância sanitária.
Outro ponto apresentado foi referente ao crescimento das farmácias 24h. “O que está acontecendo é que, em Ponte Nova, atualmente, são várias farmácias atendendo 24h. Neste caso, aquela que deveria fazer o plantão, para cumprir a Lei municipal, fica prejudicada com as vendas”, A vereadora solicitou ao secretário municipal de saúde, Ivan José, uma reunião com todos os proprietários de farmácias de Ponte Nova a fim de debater tal assunto.
Valéria citou a Lei n°3.725/2012, de autoria do vereador José Mauro Raimundi (PP) que alterou artigos da Lei Complementar nº 3.027/2007, que institui o Código Municipal de Posturas, referentes ao atendimento das farmácias e o rodízio de plantões.
Vereadora manifesta sobre o cancelamento do “1° Mulher Rural”
A vereadora Patrícia Castanheira (PTB) comentou o cancelamento do evento “1° Mulher Rural” que aconteceria em Ponte Nova. O mesmo foi remarcado quatro vezes. No último dia 13, a comissão organizadora, em que ela fazia parte, foi informada pela prefeitura de que o evento seria cancelado por falta de recursos. “A Coplacan já havia confeccionado as camisas e os brindes já tinham sido recolhidos no comércio. Vários profissionais estavam dispostos a prestar serviços voluntários e a EMATER motivou 450 mulheres na área rural. Por que não consultaram o orçamento antes de o convite ser feito para o evento?”, questionou Patrícia, explicando ainda que o objetivo do evento seria a valorização das mulheres do campo o que acabou tornando-se uma enorme frustração. A vereadora destacou que o 1° Mulher Rural visa dar ênfase ao papel que a mulher desempenha no campo.
Entenda o caso
No dia 22 de julho de 2013, o prefeito Guto Malta (PT), recebeu em seu gabinete, representantes de entidades parceiras para definir as principais ações e o cronograma de atividades do 1° Mulher Rural. Na ocasião, a Prefeitura Municipal de Ponte Nova, juntamente com a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater), Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), Conselho de Desenvolvimento Rural Sustentável, Coplacan e Sindicato dos Produtores Rurais, discutiu os principais aspectos de organização e objetivos do evento.
O evento compreenderia a realização de palestras sobre serviços, além de diversas oficinas e recreação para as crianças que acompanharem as suas mães.
Fonte: Arquivo ASCOM/ CMPM Ok


