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Mãe em poucas palavras

Em muitíssimas palavras

Ou em palavra alguma que possa descrevê-la.

Amor de mãe é transcendental

Incondicional

Por isso, até emudecer para descrevê-lo, é normal.

Sinta-se órfão daquele olhar meigo, protetor

De gestos imprevisíveis de amor
Seremos sempre, grande parte da razão de sua vida
Seu rosto, não sairá jamais do nosso pensamento
Sua ausência é o nosso constante sofrimento

Em suas palavras o nosso discernimento.

 

Mãe, o carinho, o ninho

O feto, afeto

Mãe, o parto, a dor

O amor em toda extensão

Numa espetacular mutação

Mãe o instrumento da multiplicação

 

Mãe, uma homenagem sincera

Que dos filhos se espera

No seu dia, no dia a dia

Mãe um ato de entrega

Amor eterno

Coração sincero

 

Busque seus sonhos, construa sua vida
Mas ao conhecer caminhos diferentes
Quando andar por terras distantes
Seu coração ficará partido de dor

E muito mais, quando deste mundo ela se for

E sua doce prova de amor

Será não se acostumar jamais com a sua ausência.

Pois não há como descrever um amor de mãe
Quanto mais, viver sem a sua presença.

Ao mesmo tempo não se pode conter toda alegria
Em poder lembrar-se de todas as suas repreensões

De todos os seus beliscões

Seus olhos são o espelho da nossa vida
Nossas feridas, são também seu sofrimento.

Nossas angustias, fazem-nas tristes
Quando nos vêem felizes, seus olhos brilham
Se chegarmos de madrugada, ela se levanta
Descabelada, sonolenta, cansada e pergunta:
“quer que eu lhe prepare algo pra comer, filho?”,
“Quer que eu esquente seu prato?”

Mães  conhecem os filhos como a palma da mão
Um olhar no seu rosto triste e os conselhos chegam
Prontos, na medida certa

Mas quase sempre nos irritamos.

Nem sempre agradecemos tais atitudes

Coisas de jovem
Depois que a perdemos, nunca mais seremos os mesmos
É um castigo amargo viver como órfão

Em qualquer idade

 

Não existe ser humano algum independente

Quando a mãe está por perto

Todos nós nos curvamos diante da grandeza desse status

 

Esta é minha homenagem a minha mãe (falecida)

Efigênia Guimarães Pereira (Gininha)

Também nascida em Ponte Nova

A ela o meu reconhecimento, o meu agradecimento e o meu eterno carinho.

E com essas palavras faço a minha homenagem a todas às mães.

Minha homenagem especial, às minhas queridas “segundas” mães:

Tia Mariquita, Tia Lili, Tia Dolores, Tia Célia, Tia Geralda, Tia Helena.

As minhas queridas professoras, mãezonas do curso primário no José Mariano, Dona Lilá e Dona Juracy.

 

Meu recado hoje pra minha mãe, caso eu pudesse ter certeza que ela esteja me ouvindo seria:

 

– Mãe, ouça-me, ajuda-me, aconselha-me

  Ensina-me mais a viver.

  Sua ausência me deixou um vazio difícil de entender.

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