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SUINOCULTURA EM PONTE NOVA E NO VALE DO RIO PIRANGA: 40 ANOS

                       “O surgimento de uma alternativa empresarial e econômica para suprir a queda da canavicultura na região do Vale do Rio Piranga foi alavancada pela suinocultura. Nestes 40 anos, surgiram os pioneiros com tecnologias de época, mas avançando com o passar dos tempos. Em pleno século XXI, os ganhos reais para a economia, geração de emprego e renda são evidentes, além de se reutilizar o que poderia ser prejudicial para o meio ambiente.

                    Neste caso, as tecnologias de ponta contribuem para a melhoria do ambiente das granjas. O associativismo via Assuvap (Associação dos Suinocultores do Vale do Piranga) e Coosuiponte (Cooperativa dos suinocultores de Ponte Nova e Região) comprovam o acerto da união. As entidades impulsionaram, através de diversas palestras e cursos de capacitação, o implemento na suinocultura de técnicas inovadoras, tanto de manejo quanto de preservação do meio em que vivemos.

                  Hoje, as granjas operam em conformidade com os órgãos de regularização e fiscalização ambiental. E a expectativa é que o avanço permaneça em rápida ascensão. Mas, para alcançar este patamar, muito suor foi exaurido pelos produtores, tanto pela atual geração quanto por seus pioneiros.

                                 A criação de porcos passou a ser Suinocultura Industrial. Era necessário agora criar uma associação que fosse abrangente. No dia 29 de julho de 1985 fora assinada a ata de fundação da Associação dos Suinocultores do Vale do Piranga (Assuvap). A entidade liderou um processo de evolução que, em pouco tempo, tornou o Vale do Piranga o polo mais avançado em suinocultura independente do estado. Essa rápida tecnificação da atividade veio trazendo o progresso. (Em números atuais, as granjas associadas somam 85 mil matrizes, e o setor gera cerca de 05 (cinco) mil empregos diretos e 25 mil em cadeia).

              Junto ao crescimento, emergiram também dificuldades ambientais. Com a enorme concentração de suínos, os dejetos se tornaram um problema, e a suinocultura começou a ser alvo dos órgãos de fiscalização. De início, o relacionamento entre suinocultura e meio ambiente parecia complexo. Começou conturbado, e fez parecer inviável.

              Pois foi exatamente o contrário.”

              Este microtexto foi retirado de informações da Asssuvap e será publicado no livro “40 anos da luta ambiental em Ponte Nova e no Vale do Rio Piranga”, autoria de Ricardo Motta e Alfredo Padovani.  Lançamento em breve. Aguarde!

 

                 

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